
Betty Costa - Ascom HEPR
O Hospital Escola Portugal Ramalho (HEPR), unidade assistencial da Universidade Estadual de Ciências da Saúde de Alagoas (Uncisal), realizou, na manhã do último dia 29 de outubro, uma roda de conversa sobre humanização, com a participação de servidores da unidade. A atividade foi conduzida por Aline Lemos, coordenadora do Núcleo de Apoio às Ações de Humanização da Uncisal (Nahum).
Logo no início do encontro, a mediadora lançou uma pergunta para orientar o diálogo: “O que mais incomoda atualmente no HEPR?”. A proposta foi estimular a reflexão coletiva sobre situações vivenciadas no ambiente institucional, buscando identificar dificuldades e discutir alternativas para enfrentá-las a partir dos princípios da humanização.
A questão abriu espaço para que os participantes compartilhassem percepções, apontassem situações que merecem atenção e contribuíssem com ideias para a construção de possíveis soluções.
"Mais do que identificar problemas, a iniciativa buscou transformar as questões levantadas em oportunidades de mudança, considerando como as ações de humanização podem colaborar para melhorar as relações interpessoais e o cotidiano de trabalho", disse Janaina Freitas, coordenadora de Humanização do HEPR.

A atividade integrou a programação da Semana de Humanização do hospital. Durante a ação foram abordados aspectos fundamentais para a construção de um ambiente institucional mais acolhedor e colaborativo, como empatia, capacidade de se colocar no lugar do outro, comunicação e visão holística. Os temas reforçaram a importância de compreender as pessoas em suas diferentes dimensões e de reconhecer que a qualidade das relações também influencia a forma como o trabalho é desenvolvido.
A dinâmica contou com a participação ativa dos servidores, que tiveram a oportunidade de registrar suas contribuições em cartolinas. A estratégia favoreceu a expressão de diferentes pontos de vista e permitiu reunir as questões levantadas pelo grupo, ampliando as possibilidades de reflexão sobre os desafios apresentados e os caminhos para enfrentá-los.
A roda de conversa também destacou a importância da escuta e do diálogo como instrumentos para compreender as necessidades do ambiente institucional. "Ao criar um espaço de participação coletiva, a atividade contribuiu para que os servidores pudessem compartilhar experiências e refletir sobre atitudes e práticas que podem ser aprimoradas no dia-a-dia", reforçou Janaína Freitas.


